07/07/17

Após intermédio de Jean Wyllys, HUGG passa a oferecer preenchimento facial às pessoas com HIV




(Uma conquista intermediada pelo nosso mandato!)

Estamos muito felizes em compartilhar esta notícia com vocês: pela primeira vez na rede pública de saúde, através do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle – HUGG, um procedimento dermatológico está sendo oferecido às pessoas que vivem com HIV. Essa era uma demanda dos pacientes do Rio de Janeiro que sentem-se discriminados em razão das consequências físicas causadas pela lipodistrofia facial, uma característica de algumas pessoas soropositivas que ficam com o rosto muito magro devido a falta de gordura na região das bochechas.

Sabendo dessa demanda, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) conversou com o médico Fernando Ferry, diretor geral do HUGG, parceiro do nosso mandato, e juntos eles articularam essa ação. Até então não havia nenhum hospital público oferecendo esse procedimento que é muito caro no serviço privado. Para vocês terem uma ideia, cada mililitro do metacrilato, produto utilizado para fazer o preenchimento e corrigir os efeitos causados pelos medicamentos, custa cerca de R$ 30.

Fernando Ferry conta como foi possível realizar esse procedimento que começou a ser oferecido gratuitamente nessa semana e que já atende cinquenta pacientes por mês: “O deputado Jean Wyllys solicitou ao Ministério da Saúde, através do Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais, que nos enviassem o produto. O Ministério atendeu o pedido do deputado e depois nós disponibilizamos a sala e os médicos”.

Desde 2013 o nosso mandato apresenta emendas individuais ao orçamento da união para a destinação de verbas que garantam a manutenção do atendimento e acolhimento feito pelo hospital. Só nos últimos dois anos foram cerca de R$ 2 milhões e parte desse valor foi usado para a aquisição de cânulas, o material necessário para aplicar o produto. Além de aumentar a auto-estima e garantir mais qualidade de vida, essa nova conquista está permitindo a formação de cirurgiões-plásticos e o incentivo às pesquisas que aprimorarem essa técnica ainda pouco usada em nossos hospitais públicos.

Compartilhem a boa notícia. Vamos mostrar que as pessoas também se dispõem a espalhar o que é bom nas redes sociais (não apenas calúnias e falsas notícias).

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