Jean Wyllys e Luiza Erundina apresentam projeto de lei pela igualdade de tratamento entre parlamentares

Profissões seculares ou de fé, títulos acadêmicos ou mesmo posições hierárquicas militares deveriam ser de interesse tão somente nos espaços a que se destinam. No Legislativo nacional, espaço onde direitos individuais e obrigações coletivas são debatidas, nada disto tem a menor importância. Religiosos não devem votar conforme sua fé individual porque o Estado é laico. Militares respondem conforme sua patente nos quartéis, assim como pessoas com títulos acadêmicos respondem por seus títulos nos espaços em que são reconhecidos.

Como forma de aprimorar o tratamento entre membros do Legislativo em todos os seus níveis e dar fim a uma prática questionável – quando não abusiva -, que por vezes pode até ser entendida como uma “carteirada” simbólica, onde um parlamentar passa a se valer do prestígio de uma instituição em detrimento das ideias e propostas, apresentei junto à deputada Luiza Erundina (PSOL/SP) o projeto de lei 6648/2016, que altera a legislação eleitoral estabelecendo regras para a formação do nome parlamentar, aquele que vai na urna e que nos identifica publicamente.

Conheça o projeto neste link: https://goo.gl/hXiKZD